OTÁVIO CRAVOU A VARA NA MINHA ESPOSA





Pela internete, temos feito belas amizades. Gostamos de pessoas inteligentes e de bem com a vida. Nosso endereço eletrônico está ao final do relato, escrecreva. Mas algumas vezes pintam pessoas maravilhosas como fruta madura, por aqui mesmo nas vizinhanças, ou em algum ponto da cidade, sem que a gente possa esperar.
Otávio é o tipo de homem que seduz no primeiro encontro. Mudou-se para nossa rua faz dois meses. Desde a primeira semana chamou-me atenção seu jeito de ser: cumprimenta as pessoas, sorri com um sorriso largo e acolhedor, e, do alto de um metro e noventa, poreja saúde, fogo, extroversão. Ficamos amigos logo-logo, jogando sinuca no clube, indo juntos à peladinha de final de semana e saboreando um churrasquinho lá em casa, porque ele é solteiro e prefere visitar a receber.
Foi numa dessas que tudo aconteceu. A gente bebeu toda a certeza que estava estocada em casa na sexta-feira à tarde, sobrando apenas umas cinco ou seis para sábado. Fui buscar mais no barzinho da esquina, como sempre. Mas, no percurso, encontrei um amigo que me pediu para levá-lo ao aeroporto. Estava atrasado para o vôo e não passava táxi por ali fazia mais que dez minutos. Lá vamos nós. Mas liguei antes a Tânia, minha mulher, avisando que demoraria uns trinta minutos e que ela fizesse o favor de buscar a cerveja. Acabou que o vôo atrasou mais que o esperado e fiquei conversando com o amigo hora e meia.
Quando chego em casa, uma surpresa agradável. Deixei o carro na rua e entrei silencioso, mais por acaso que por outro motivo. Ouvi sussurros, vozes, gemidos, o que não esperava para a situação, porque Tânia é muito recatada e somente pensaria nisso depois que conversasse comigo. Mas que nada. Fiquei boquiaberto. Otávio estava peladão com o pé direito no terceiro degrau da escada e o esquerdo embaixo no chão, deixando à mostra um puta caralho que Tânia mamava com prazer. Sorvia, gemia, babava e suspirava nos intervalos: é bom demais, meu amor. Me dê tudo isso, meu bem, ahhh, annhhh.
Eu me posicionei de modo a não ser visto, para apreciar a cena com tesão. E que tesão! Tânia abocanhava a cabeça da chapeleta vermelhona e, vagarosamente, ia descendo, lambendo, mordendo todo o talo, até chegar no saco de Otávio. Era uma senhora mala que, mesmo quando ele estava normalmente vestido, ostentava aquele volume mais aparente que a maioria dos caras poderia mostrar. Tânia colocava as bolas na boca e bolinava-as com a língua. Otávio ia ao delírio: alisava as ancas de Tânia, falava putarias com ela, se inclinava sobre ela e, com os dedos longos e grossos explorava o grelo de minha esposa, enfiava o dedo médio na vulva dela e os dois quase desmaiavam de gozo.
Depois Otávio pegou minha esposa e deitou-a sobre uma mesa de madeira na sala de jantar. Tânia dobrou as pernas e deixou à mostra sua bocetinha vermelha e sedenta de rola. Otávio inclinou-se e mamou longo tempo os peitinhos dela. De vez em quando explorava apenas a ponta dos peitos com sua língua afiada e longa. Fechava os olhos e viajava na putaria como quem está sonhando. Foi descendo, lambendo minha mulher no ventre, nas virilhas, na coxa, até chegar aos seus pezinhos delicados. Ali passou um tempão, mamando em cada dedo, alisando-a, como quem trata uma princesa. O caralho dele estava grandão, vermelho, dilatado como o mastro potente de um cavalo. Demorou-se chupando, depois jogou minha esposa sobre o tapete e foi direcionando a pica para a boceta dela, sem pressa, mansamente, os dois falando misérias e eu apenas ouvindo cheio de tesão.
Era uma cena maravilhosa a maestria como ele enfiava a mangüara na xana de minha mulher. Depois que a tora entrou seladinha nas carnes de Tânia, ele fez um movimento de vai-e-vem espetacular, sempre urrando: gostosa, me dá essa boceta quentinha, vai! Rebola gostoso, sua puta, na minha vara, rebola! Rebola! E Tânia dava o melhor de si.
Otávio retirou a vara e fez uma deliciosa seção de língua naquela xana quentíssima. Finalmente deitou-se de costas com minha mulher espetada, sentada sobre aquele gigante. Era maravilhoso contemplar dois corpos fundidos um no outro, dois seres deliciosos se gostando, se cuidando mutuamente e perdidos no prazer. Gozaram juntos e por ali ficaram.
Resolvi voltar e abrir o portão eletrônico da garagem, normalmente, avisando que já estava em casa. Os dois se recompuseram rapidinho: ela foi para nosso quarto e se deitou quieta e silenciosa como se nada estivesse acontecendo, com o ar condicionado completando o ambiente calmo e tranqüilo de um quarto de casal em repouso. Perguntei por Otávio e ela me disse que estava no sofá da sala de TV, esperando minha chegada. Qual nada. Eu sabia que rolou coisa boa por ali, porque havia cheiro de porra no ar. Embora ela se fizesse de sonolenta, eu beijei seu rosto, passei a mão sobre o seu corpo e a fui excitando como se não soubesse de nada. Quando penso que não, Taninha começa a gemer me pedindo colinho, carinho, castigo. Beijei-a longamente na boca. Lambi seu corpo de cima abaixo, parei onde o perfume mais me excitava: sua bocetinha estava inchada, intumescida, pulsante depois de uma sova de vara. Fechei os olhos romanticamente e estiquei minha língua lambendo aquele túnel pelas bordas, sentindo cada gotinha de porra que Otávio certamente teria depositado ali. Não me controlei mais e meti a língua fundo-fundo, chupando, lambendo, mamando todo o leitinho que ali ficara estocado, na pressa de os dois interromperem a festa e dissimularem pistas.
Descaradamente, perguntei-lhe: meu amor, quem visitou sua pombinha, quem foi, amor? Ela, com carinha de anjo me perguntou: ô, papai, você me perdoa? Nunca fiz essas coisas sem tua permissão. Eu sei que ultrapassei em faixa contínua e peço perdão. Você me perdoa, pai? Eu não me fiz de durão. Mandei-lhe a pua na boceta, sem lhe dar resposta, pois meu pau estava em ponto de bala. E chamei pelo meu amigo: Otávio, se não estiver ocupado, pode chegar aqui? Meu amigo chegou até a porta, sem abri-la e perguntou: eu não vou incomodá-los? Respondi que não e que ele entrasse.
Otávio ficou paralisado na porta, quando viu a cena, porque minha esposa nada disse a ele sobre nossos costumes num casamento aberto e liberal. Eu apenas estimulei: vem cara, bota a rola dura na boquinha dessa puta safada que ela adora ser explorada por dois machos. Otávio, meio tímido, veio lentamente se acostumando com a coisa e quando pensei que não, ele estava completamente ambientado. Trocamos de posição várias vezes e fizemos o diabo para nos entregar ao máximo prazer que três pessoas conseguem dar e extrair uma das outras. A cena que mais me deixou excitado foi quando me deitei de costas e minha esposa sentou-se sobre minha geba, deixando o rabo todinho à espera da rola de Otávio, aquele macho louro, excitante e forte. Além de sócio, costumo chamá-lo de alemão. Ele veio mansamente por trás lubrificar com a boca o túnel de Tânia. Depois se aninhou sobre ela como um grande urso, futucando-lhe o cuzinho com a rola, realizando lubrificação complementar com a própria porra. Ele gemia quando a mandioca começou a entrar, porque o cuzinho de minha mulher é pequenino como ela, agasalhando e enroscando cada centímetro daquela rola descomunal, mas altamente desejada. Eu cheguei ao delírio muitas vezes que imaginava aquela cena por acontecer, quando eu e Otávio tomávamos banho no clube e ele ensaboava aquela coisa grandona e latejante, sem pressa. Entrou tudo, finalmente. Nossos paus estavam ali, separados apenas por uma pele fina na vizinhança entre o rabo e a boceta de minha esposa. Isso me deixava ainda mais tesudo. Otávio tinha a boca inchada de tanto desejo, os olhos sempre fechados e o hálito inevitavelmente invadindo o pequeno espaço que eu, ele e Tânia dividíamos com total entrega.
Finalmente fomos ao delírio. Eu e Taninha gozamos primeiro, sentindo a rolona de Otávio entrando e saindo da gruta deliciosa. Ele deu um tempo para nosso êxtase. Depois, retirou a tora do cuzinho de minha mulher, colocou-a de costas sobre a cama e esguichou porra quente, grossa e farta sobre a boceta incendiada que ela exibia com orgulho a nós dois. Olhou para mim, carinhosamente, perguntando: e aí, o corno manso não vai fazer a faxina? Eu, obedientemente, lambi tudo, não me preocupando com o tempo. Enquanto isso minha esposa mamava e limpava o caralho de Otávio. Deitamos, os três, e ficamos um tempão falando sobre o ocorrido. Tânia e Otávio sempre se referiam a mim como corno manso, sócio, amigão. Fiquei super orgulhoso com o título e não troco minha mulherzinha fogosa por nenhuma deusa careta. Algumas vezes fiquei apenas fotografando a transa dos dois, para eu levar em minhas viagens, pois ambos me deixam saudade. Bato deliciosas bronhas em quartos de hotel contemplando, em fotografias, o monumento que é Tânia peladinha, dando para o cavalão raçudo que é Otávio, meu sócio e confidente de matrimônio. Acho que não é o tamanho do caralho dele, nem o macho graúdo que ele é que me faz entregar Taninha com tamanho prazer. Mas o jeito afável e acolhedor que ele tem de tratar uma fêmea. Ela é muito gostosa. Ele é muito especial.
Aprecio cartas e comentários de cornos mansos e também de Ricardões para meu e.mail: [email protected]


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Ficha do conto

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Nome do conto:
OTÁVIO CRAVOU A VARA NA MINHA ESPOSA

Codigo do conto:
6969

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/01/2006

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1

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0


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